2 | Meu filho, meu amante, meu grande amor.

Continuando o conto de uma grande amiga que conheci lendo contos, sinto muito a falta dela, conversávamos horas e horas todos os dias sobre vários assuntos mas principalmente sobre nossos desejos pecaminosos.

Continuando...
Há cinco anos atrás, houve um avivamento em nossa igreja e assumimos um modelo derivado do G12,
que é o modelo de Igreja em Células. Uma célula é um grupo de irmãos que se reúne nas casas das pessoas às quintas para um pequeno culto,
onde há louvor, ministração da palavra, oração, etc.
Mas as células são somente a ponta do iceberg. Depois que você se torna líder de uma célula, eles
ministram uma caralhada de cursos, além do curso básico de teologia, como o curso de Pais e Mães
Espirituais, curso de Discipulado, curso das Cinco Linguagens do Amor, etc. Mais o programa de
Mentoria, o programa de Caridade, etc.
Éramos uma igreja pequena antes das células. Em cinco anos, nosso pastor principal se tornou apóstolo,
os pastores auxiliares se tornaram bispos e os presbíteros se tornaram pastores. Ofereceram-me o
pastorado, mas eu estava muito bem nos bastidores. Fora que não era o meu chamado. Eu fui chamada
pelo Senhor para ser mestra. Posso até subir no púlpito para ministrar a palavra, mas minha pregação é
sempre mais morna, embora mais densa, do que a de outros pastores. O bispo Cláudio, por exemplo,
quase não ministra instrução, o conteúdo de seus cultos é pobre, na melhor das hipóteses, mas é uma
das pregações mais celebradas, onde os irmãozinhos caem na unção de Deus e o Espírito Santo se move
com grande poder.
Mas por termos nos tornado uma franquia, com várias unidades espalhadas no estado e a multiplicação
das células, fez com que o nosso tempo livre se tornasse cada vez mais escasso. Ainda mais para mim
que curso filosofia e tenho várias atividades fora da igreja.
Domingo temos o culto de celebração e ministração da palavra; segunda, quarta e sexta, eu ministro as
aulas do curso de teologia; terça, temos culto de louvor; quinta, reunião nas células e sábado temos os
outros cursos de que falei há pouco. De modo que, todos os dias, temos atividades vespertinas na igreja.
Assim que saí do quarto de César, fui até meu corninho, nua como vim ao mundo, dei-lhe um beijinho na
testa – sempre que lhe meto um chifre, faço isso, não sei dizer o porquê – tomei outro banho e fui
direitinho para ministrar o curso de teologia. Esse curso começa às 21h e termina às 23h. Tarde, né? Vou
explicar o porquê. Existe uma preocupação da liderança da igreja em separar o joio do trigo. Os
verdadeiros adoradores do pessoal que só quer uma massagem espiritual no ego. Existem duas maneiras
de fazer isso: impor um preço alto a se pagar – você descobre quanto uma pessoa está interessada em
alguma coisa quando sabe o quanto ela se dispõe a pagar por aquilo – ou impondo dificuldades. O culto
de domingo lota, o culto de terça lota, as reuniões nas células nas quintas, não é todo mundo que se
dispõe a ir, os cursos do sábado – que são das 20h às 22h – menos. Nos cursos da semana, um número
insignificante de pessoas – comparando com o número de membros da igreja – vai e um número ainda
menor é assíduo. Esses são aqueles que dão o sangue pelo nosso projeto de igreja. Os outros? Os outros
simplesmente não se dispõe a pagar o preço para seguir a Cristo. Ei, não me julgue. Eu não faço as
regras. Estou simplesmente explicando a mentalidade da liderança.
Naquela noite, eu me empolguei na ministração da aula e terminei meia hora depois do que deveria ter
terminado. Além do assunto ser interessante, o sexo sempre me deixa com mais fogo para fazer o meu
trabalho.
Tem uns meninos e meninas do curso que eu ministro que são mais ou menos da idade do César e eu
adoraria chupá-los todinhos, mas é contra as minhas regras. Transar com César foi contra as minhas
regras, mas ele, pelo menos, tem algo a perder se sair contando de nós para os coleguinhas. Isso não é
garantia de nada, porque jovens são tolos por natureza. Eu, via de regra, não transo com pessoas jovens e muito menos solteiras. E o César é as duas coisas.
Sim, claro que eu quebro as minhas próprias regras. É para isso que elas são feitas, não é? Mas eu tenho
protocolos para fazer isso.
Assim que saímos do curso, meus alunos convidaram a mim e outros professores do curso para comer
pizza. Tem um mestre, colega meu, que eu costumo pagar um boquete sempre que saímos do curso. Ele
tentou se esquivar, pensando que eu ia deixar de comer pizza para cair de boca na sua linguiça, mas ele
não sabia que eu já me acabado no vergalhão de César. Não que isso me impedisse de cair de boca na
pica de qualquer um depois, mas eu queria desfrutar da companhia dos jovens aquela noite, ao invés de
satisfazer mais um velho. Ele acabou ficando conosco e eu o recompensei por isso.
Enquanto os novinhos comentavam sobre as maravilhas do curso e conversavam sobre os mais variados
assuntos, minha mãozinha se esgueirou até a pica do mestre, sentado ao meu lado. O safadinho já tinha
botado ela pra fora. Não, não era a primeira vez que eu fazia aquilo. Meu sonho é me esconder no
púlpito e chupar aquele bispo mais avivado, enquanto ele saltita ao ministrar o culto do domingo. Sim, é
loucura. Não, provavelmente jamais irá acontecer. Mas o fato é que eu adoro fazer putarias em público.
Masturbar pessoas em lugares públicos, ainda mais com tanto risco de ser pega me dá, às vezes, mais
tesão do que uma transa completa. Meu parceiro de ocasião não era dos melhores. Já punhetei pessoas
que sabiam disfarçar melhor o prazer que estavam tendo. Felizmente, os novinhos estavam ocupados
demais consigo mesmos para reparar, mas as caretas do mestre eram muito engraçadas. Enquanto eu
punhetava a jebinha do mestre, senti um pé descalço subir pela minha perna. Não podia saber quem
era, mas um daqueles safadinhos estava me tarando por baixo da mesa, enquanto eu punhetava o
caralho do seu professor. Nenhum deles parecia prestar atenção em mim, não mais do que sempre
prestam, de qualquer maneira, então eu não tinha como saber quem era a pessoa que se atrevia a me
bolinar logo depois da aula de teologia. O mestre se contorcia ao meu toque e não demorou muito para
que sua gala escorresse pela minha mão. Para horror do velho, eu levei a mão, toda melecada de
esperma, para minha boca e a lambi com gosto. E foi aí que eu descobri a quem pertencia aquela perna.
Uma garota de cabelos negros e olhos verdes, muito lindinha para falar a verdade, me encarou incrédula
quando me viu lamber aquela porra. Foram segundos e todos falavam ao mesmo tempo. Mas eu sabia
que ela devia estar só fingindo prestar atenção no papo, enquanto seu foco era, na verdade, o que rolava
embaixo da mesa. Quando ela me viu lamber minha mãozinha toda melecada – e era improvável que
fosse leite condensado – simplesmente não conseguiu disfarçar o espanto. Eu olhei bem no fundo dos
seus olhos e, com os lábios eu formei as palavras: “Sobe mais”. E logo fui recompensada com aquele
pezinho delicado subindo até o meu colo. A menina estava toda inclinada. Era engraçado de se olhar. Eu
peguei seu pezinho e levei para o meio das minhas pernas e a garota pode sentir minha xoxotinha
molhada. Chegou mesmo a introduzir o polegar na minha boceta. Eu dei aquele sorriso de vadia que
tanto encantava os velhos da congregação e deixei ela brincar com a minha xaninha.
Assim que o mestre gozou, ele pediu desculpas a todos, se levantou e foi embora.
E, tão logo, o velho saiu. Todo gozado. A meninada desceu a cerveja na mesa. Além dos meus cabelos
loiros, olhos azuis e peitos que não são pequenos, o que esses novinhos gostavam de mim era que eu
não lhes condenava por beber, como a maioria da congregação fazia.
— A bíblia não fala nada sobre não beber, garotos — eu lhes disse da primeira vez que saímos juntos — a
bíblia fala sobre não se embriagar. E, de qualquer jeito, foi Paulo quem disse. A maior parte dos evangélicos leva Paulo muito mais à sério do que o próprio Jesus. Eu sou da opinião de
que – se você se considera cristão – Cristo deve ser a chave hermenêutica para toda a bíblia.
Eu também tenho uma opinião heterodoxa sobre sexo e comportamento sexual que é considerado
desviante – como o homoafetividade foi considerada por tanto tempo – como você deve ter percebido,
mas não falo sobre isso para qualquer um. Mesmo meus amantes não concordam com a minha visão. Os
poucos discípulos que tenho e que compartilham da minha opinião, ironicamente, nunca sentiram o
poder da minha línguinha em suas partes íntimas – o que é uma pena – mas eu tenho minhas regras,
lembra?
A menina de cabelos negros como a noite e olhos esmeraldinos continuava mexendo seus dedinhos
dentro de mim, enquanto bebia sua cerveja. Meninas são mais maleáveis do que meninos. Aos homens
pertence o mundo, mas uma garota sabe o quanto precisa suar para ter seu lugar ao sol. Dentro de uma
comunidade evangélica, com toda sua hipocrisia e masculinidade tóxica, você pode confiar que uma
lésbica não irá se gabar de suas conquistas com as amiguinhas muito mais do que poderia confiar em um
homem jovem e cheio de hormônios. Claro que minha regras existem por uma razão e quebrá-las nunca
me custa barato. Mas regras existem para serem quebradas, não é mesmo?
Bem, depois da pizza e da cerveja, peguei o contato da menina e fui para casa.
Levantei às 4h, fiz meus exercícios matinais, estudei um pouco de Kant – não, não é fácil, não é fluido,
mas é necessário – tomei um banho, me depilei e fui acordar o resto da família.
Acordo meu marido com um boquete matinal – ele odeia – quinze minutos antes do seu despertador
tocar. Ele me repele – normal – fala “mais cinco minutos, amor” e dorme mais quinze.
Cris é acordado com um beijo de língua – ele odeia. “Mais cinco minutos, mãe”. Meia hora depois, ele
estará em pé.
Eu costumava acordar César com um dedinho molhado de saliva no ouvido – ele odeia – mas depois de
me acabar na sua pica noite passada, eu resolvi dar o mesmo tratamento matinal que dou ao meu
marido, só por curiosidade.
Hmmm... ele já está ereto.
Caio de boca com tudo. Afinal, isso deve servir como despertador. Minha língua selvagem lhe ataca o
caralho com pouco carinho e muita fome. As bolas logo entram na brincadeira. Logo, eu sinto suas mãos
puxando meus cabelos e sua pica foder minha boca com gosto. Pelo visto, César não é como o pai. Ele
gosta de ter seu pau chupado logo pela manhã. Mas esse boquete não é para durar, ele é para despertar.
— Ah, mãe...
— Levanta e vai pro banho, anda.
O garoto me abre um sorriso sacana e diz:
— Vai comigo? Eu o olho de soslaio e digo:
— Não vou não.
Ele faz bico.
Eu enfio minha língua em sua boca e lhe agarro a pica duríssima. Assim como o boquete, esse beijo não
dura, só deixa saudade.
Bato na sua bunda perfeita e digo:
— Pára de manha e vai pro banho, anda.
Ele ri e ganha o corredor com o bilau de fora.
— Passa no quarto do seu irmão e acorda ele pra mãe.
Pouco tempo depois, eu ouço o grito de Cris:
— Você tá pelado! Sai de perto de mim!
Vou pra cozinha, ajudo Dona Martha a preparar o desjejum. Comemos. Escovamos os dentes. O pai leva
César para a escola, me deixando a sós com Cris.
Eu tenho um monte de coisas para fazer durante a manhã, mas eu tiro um tempo para ajudar meu caçula
com sua lição de casa, aproveitando para perguntar sobre a menina que ele trouxe ontem. No final da
conversa, sei o nome dela, dos pais dela, da sua melhor amiga e da mãe da melhor amiga.
Depois, trabalho como uma condenada para compensar o tempo que perdi com Cris e consigo terminar
todas as planilhas e relatórios que eu precisava mandar antes do César chegar da escola.
Almoçamos. O Cris vai pra escola. Adianto alguma coisa das atividades da tarde, mando Dona Martha
fazer compras e vou para o quarto do César.
O maladinho já me espera com a jeba na mão e aquele sorriso sacana no rosto. Eu tranco a porta,
levanto a saia e sento na sua piroca descomunal. Rebolo como uma louca na sua rola, saboreando cada
centímetro dela. Meu garotão está em êxtase. Ele tenta me agarrar as tetas, mas eu seguro suas mãos
contra a cama, enquanto rebolo gostosinho na sua pica.
— Ai mãe, que buceta gostosa você tem — ele diz — ai que delícia, mãe. Isso, faz assim... que gostoso,
mamãe.
Logo, ele não aguenta e sua porra quente jorra dentro de mim.
Eu saio de cima dele, minha xoxota gotejando seu esperma e o chupo, deixando sua pica limpinha.
César me faz um carinho no rosto que me supreende. Eu olho nos seus olhos e vejo neles uma adoração
que seu avô era incapaz de expressar. Minha ideia era dar uma rapidinha para apagar o seu fogo – e o meu – e voltar ao trabalho, mas aquele
seu olhar carinhoso mudou meus planos.
— Oi, gatinho — eu falei, deixando-me perder no azul de seus olhos.
— Oi, mamãe. Nossa, você é demais.
— Você que é demais, paixão.
Nossas bocas se atraíram e, de novo, tentaram se devorar. Faz tanto tempo que não sentia tanta paixão
em um beijo que aquilo me abalou um pouquinho – mas eu já falo sobre isso. Nos beijamos por muito
mais tempo do que eu gostaria, muito mais tempo do que era sensato. Mas eu não conseguia me
separar dele. Nossas bocas se separavam um pouquinho, eram atraídas de novo pela imensa força
gravitacional de nossos corações e se atracavam novamente. Nossas línguas lutavam e tentavam a todo
custo se mesclar. Quando finalmente consegui forças para me separar de César, lágrimas corriam dos
seus olhos.
— Mamãe tem que trabalhar, gatinho — eu falei, me afastando dali antes que a tentação se tornasse
grande demais para resistir.
Focar no trabalho não foi fácil. E se tornou mais difícil ainda quando César se esgueirou, só de shorts – e
aquele volume indisfarçável que sua pica faz, especialmente quando a ereção lhe faz escapulir e a
cabeçorra fica perfeitamente visível – no meu escritório.
— Não bate mais na porta, não? — eu perguntei.
— Você não bate.
— Eu sou sua mãe.
— Tá... desculpa, mãe. Posso ficar aqui um pouquinho.
“Não, não pode. Você me desconcentra” — eu pensei.
— Tá bem, querido. Mas fica quietinho. Mamãe tá muito atrasada.
Fosse para ficar quietinho, ele não tinha nem vindo, né?
O sacana ficou em pé bem do meu lado, com sua pele bronzeada, aqueles músculos rasgando seu
abdômen e cabeça da rola saltando de dentro do shorts.
— Mãe — ele falou, encostando a pica dura no meu ombro.
— Oi — eu disse, tentando à todo custo ignorar, mas completamente encharcada.
— Eu preciso de você... — o sacana disse, tirando aquele caralho maravilhoso pra fora. Lógico que eu caí de boca, de novo, no vergalhão do meu filho. Sim, ele deve ter esquecido de trancar a
porta e, à qualquer momento, Dona Martha poderia entrar e me flagrar numa gulosa alucinada com o
sangue do meu sangue. Um escândalo. E o perigo, só me deixava ainda mais faminta. De modo que dei
ao César um tratamento intensivo que fez com que ele explodisse em porra na minha boca muito mais
rápido do que ele esperava. Tanto que ele só conseguia balbuciar: “que delícia, mãe” e “que gostoso,
mamãe” durante todo o processo.
— Meu Deus! Como você chupa gostoso... — ele falou, largando o corpo exausto na cadeira.
— Vai pra cama e tira um cochilo, depois mamãe fala com você — eu falei, mergulhando no trabalho.
Terminei o trabalho da tarde muito mais cedo do que eu esperava, subi tudo pra nuvem da empresa e fui
até o quarto do César.
Levei ele para o jardim, onde conversamos à tarde inteira.
Ele tinha, lógico, um monte de perguntas sobre o meu sogro, seu avô, sobre mim e sobre como eu
conciliava a minha fé com o sexo.
E a verdade é que não existem respostas fáceis, especialmente quando se é uma pessoa completamente
viciada em sexo como eu. Durante muito tempo eu me flagelei e me culpei e fui muito infeliz. Fiz muito
aconselhamento, tentei várias coisas. E, entendo que, pela doutrina e por tudo o que a gente sabe,
provavelmente eu vou para o inferno mesmo. Mas, ao mesmo tempo – e ironicamente – isso não
diminui em nada minha alegria em louvar ao Senhor e a convicção quando falo do evangelho e da Graça
Imerecida de Deus.
Eu passei a entender que Deus não segue a nossa cartilha. E passei a entender que a consciência do
pecado – meus numerosos e imperdoáveis pecados – só me dão uma dimensão da graça, do avassalador
amor do nosso pai celestial por nós. E eu fico muito feliz por, mesmo estando na barca do inferno – e
remando para chegar o mais rápido possível lá – o Senhor me permita sentir a alegria ao falar do Seu
Nome.
Herético. Eu sei. E não. Eu não falei nada disso para o César. Só citei Shakespeare e disse que há mais
coisas entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia.
Pouco antes do Cris chegar da escola, recebi um zap da gatinha de olhos verdes de bolinou minha xoxota
com seus dedinhos marotos.
Suspirei, peguei meu filho pela mão e simplesmente continuei remando. Era só mais uma terça-feira na
minha vida cheia de contradições e paradoxos.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico jhonwinchester

Nome do conto:
2 | Meu filho, meu amante, meu grande amor.

Codigo do conto:
272513

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
17/09/2026

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